Segundo Rivelino Batista, morador da rua Guanabara, um vazamento da água da chuva estaria corroendo o aterro realizado pela Prefeitura. “A manilha que ligava a tubulação descolou e estava entupida. Então a água da chuva que vinha das galerias retornava e escorria, comendo a lateral da encosta. Nós quebramos a manilha, colocamos canos de PVC desviando a água da manilha por cima da lona”, explicou à reportagem.
As lonas de PVC, colocadas sobre o aterro desde o começo dos serviços de contenção provisória, estão visivelmente rasgadas em vários pontos da cratera. Segundo os moradores, parte de algumas casas, que já estavam destruídas, desmoronaram novamente.
“Temos os sacos rasgados, a lona rasgada, ninguém está mais nem aí para nós”, comentou Flávio Morais da Silva, morador da cada nº 634, uma das que foram interditadas pela cratera. A chuva,de acordo com Flávio Morais, é a principal preocupação dos moradores de Mãe Luiza.
O coordenador municipal de Defesa Civil, Eugênio Soares, relatou que a ação de contenção realizado na cratera é emergencial e que, devido às chuvas dos últimos dias, a drenagem que estava remendada estourou, o fez com que as águas pluviais saíssem e retirassem a sustentação das residências. “Os moradores estão preocupados e com razão. A Semov foi comunicada desde a semana passada, mas a competência da manutenção é da empresa, já que ela foi a contratada no sistema emergencial”, disse Eugênio Soares.
fonte: tribuna do norte
Nenhum comentário:
Postar um comentário