A Secretaria de Saúde de Várzea Grande iniciou uma nova investigação disciplinar que mostra a suspeita de que servidores tenham trabalhado ilegalmente para autorizar diversos pagamentos em favor de companhias fornecedoras de produtos. De acordo com o PAD (Processo Administrativo Disciplinar) autorizado pelo secretário municipal de saúde, Cassius Clay, ocorreu um pagamento suspeito de R$ 1 milhão à companhia Desentupidora e Limpa Fossa Vitória e CGR Ambiental de Tratamento de Resíduos.
A contratação da companhia para prestar serviço foi realizada sem licitação e sem celebração de contratos administrativos durante todo o mandato do prefeito cassado de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB). De acordo com a denúncia realizada pela Controladoria-Geral do município junto ao Ministério Público Estadual (MPE), o contrato com a companhia foi firmado de maneira ‘verbal’ na gestão cassada.
A Limpa Fossa Vitória teria realizado o serviço de limpa fossa na rede municipal de Saúde no custo de R$ 183.369,00 mil, e a companhia CGR Ambiental fez o serviço de coleta de lixo hospitalar, junto ao Pronto-Socorro municipal, por R$ 829.835,96 mil. Entretanto, a Controladoria do Município detectou que todo procedimento foi feito com vícios de ilegalidade.
Além do mais, não obedeceram as diversas fases das despesas públicas, com falta de emissão de prévio empenho, liquidação e pagamento. A comissão disciplinar tem até 60 dias para apurar as suspeitas irregularidades realizadas pelos servidores.
Essa é a 2a investigação iniciada pela Secretaria de Saúde de Várzea Grande para apurar suspeita de diversas irregularidades pelos servidores públicos. A primeira trata da autorização de pagamentos para 14 companhias fornecedoras de medicamentos e equipamentos médicos. A comissão contém os servidores Gilson Silva Leite, Vanessa Dionizio e Francisca Luzia de Pinho.
Fonte: Folha Max
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