A Secretaria de Saúde de Várzea Grande instaurou uma nova investigação disciplinar que aponta a suspeita de que servidores tenham atuado de maneira ilegal para autorizar pagamentos em favor de empresas fornecedoras de produtos. De acordo com a PAD (Processo Administrativo Disciplinar) autorizado pelo secretário municipal de saúde, Cassius Clay, aconteceu um pagamento suspeito de R$ 1 milhão a empresa Desentupidora e Limpa Fossa Vitória e CGR Ambiental de Tratamento de Resíduos.
A contratação da empresa para prestar serviço foi feita sem nenhum tipo de licitação e sem celebração de contratos administrativos durante o mandato do prefeito cassado de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB). Conforme denúncia que foi formulada através da Controladoria-Geral do município junto ao Ministério Público Estadual (MPE), o contrato com a empresa foi firmado de forma ‘verbal’ na gestão cassada.
O valor do serviço de limpa fossa foi de R$ 183.369,00 mil, e a empresa CGR Ambiental executou o serviço de coleta de lixo hospitalar, junto ao Pronto-Socorro municipal, por R$ 829.835,96 mil. No entanto, a Controladoria do Município detectou que todo processo foi realizado com vícios de ilegalidade.
Além disso, as fases das despesas públicas não foram obedecidas, com ausência de emissão de prévio empenho, liquidação e pagamento. A comissão disciplinar tem o prazo de 60 dias para conseguir apurar as supostas irregularidades cometidas pelos servidores.
fonte: folhamax
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